A mutilação genital feminina e o silêncio público

Portugal, outrora uma nação soberana e orgulhosa das suas raízes cristãs e ocidentais, está a ser inundado por uma onda de imigração descontrolada que traz consigo práticas medievais e desumanas. Poderia falar de várias práticas que são incompatíveis com a nossa sociedade, mas hoje debruço-me sobre a mutilação genital feminina (MGF), uma atrocidade que viola o corpo e a dignidade das mulheres e meninas, perpetuada por culturas que não têm lugar numa sociedade civilizada como a nossa.

Os dados recentes do Hospital Amadora-Sintra revelam uma realidade chocante: mais de 500 casos identificados nos últimos dez anos, com 128 só nos últimos dois anos, todos oriundos de práticas realizadas no estrangeiro, mas agora à nossa porta. A maioria dessas vítimas são mulheres em idade fértil vindas da Guiné-Bissau, Guiné-Conacri, Senegal, Gâmbia, Nigéria e Gana, países onde a MGF é uma tradição enraizada no patriarcado mais primitivo, cortando e costurando meninas como se fossem objetos descartáveis. E o pior: nestes dez anos, nasceram mais de 240 meninas filhas dessas mulheres mutiladas, correndo o risco de perpetuar este ciclo de horror no nosso solo. Não estamos a falar de casos isolados, mas de um aumento progressivo (254 em 2024, 13,9% mais que em 2023). Isto não é coincidência, mas sim o resultado direto da imigração massiva que os sucessivos governos têm permitido, sem filtros ou consideração pela compatibilidade cultural.

Portugal já conta com quase 2 milhões de imigrantes, representando 20% da população (o maior........

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