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Por este Rio abaixo! /premium

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14.06.2019

No rescaldo das eleições, emergiu e revelou-se, agora no seu esplendor total, um “novo” partido.

Um partido sem estratégia.
Um partido sem agenda.
Um partido sem ideias.
Um partido sem propostas.
Um partido sem projecto.
Um partido sem pessoas novas.
Um partido sem discurso.
Um partido sem rasgo.
Um partido sem credibilidade.
Um partido até sem cães e gatos.
E por tudo isto um partido sem votos.

Exibiu-se, na verdade, simultaneamente como causa e como consequência dos resultados eleitorais, um partido perdido, anestesiado, adormecido, apático, combalido, sozinho, cabisbaixo, conformado, deprimido, resignado, desnorteado, acomodado, desagregado, pequenino, poucochinho. Um partido ressabiado e apenas preocupado em acabar com os desleais!

E agora? E agora, militantes? E agora, social-democratas? E agora, JSD? E agora, TSD? E agora, Carlos Moedas? E agora, Pedro Duarte? E agora, Paulo Rangel?

Para quando um PSD renovado e renovador?
Para quando um PSD agregado e agregador?
Para quando um PSD motivado e motivador?
Para quando um PSD reformado e reformador?
Para quando um PSD com programa e programador?
Para quando um PSD com........

© Observador