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O desconfinamento económico da Madeira

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15.08.2021

As receitas da Madeira reduzem-se na mesma proporção em que sobem as despesas, provocando um desequilíbrio das contas públicas e o aumento da dívida regional.

Com esta pandemia, a economia madeirense viveu a maior recessão desde a implantação da Autonomia e só agora começa a dar sinais de retoma.

O desemprego subiu muito e atingiu numerosos agregados familiares.

A pobreza e a exclusão cresceram acentuadamente como demonstram os pedidos de auxílio à Segurança Social e às instituições de solidariedade.

Estes dados revelam a situação da sociedade madeirense, pese embora todos os apoios financeiros e sociais do Governo e dos municípios a muitas empresas e famílias que minimizaram os danos desta crise, mas não impediram que esta grassasse na nossa sociedade.

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Num ano, a nossa vida coletiva, que até ia em crescendo, com superavit orçamental, retoma económica, maior criação de empresas e de emprego e redução das desigualdades, mudou completamente e virou para um plano inclinado que não se sabe quando poderá ser invertido.

Tenhamos consciência que as medidas tomadas até agora pela Região, pela República e pela União Europeia, que naturalmente se saúdam, são claramente insuficientes para responder a esta crise económica, que só encontra paralelo nos períodos em que decorreram as duas guerras mundiais.

Não vale a pena escamotear a verdade, pois ela está à nossa volta, nas nossas ruas, nas nossas cidades, nas casas de familiares, no trabalho de amigos, nos negócios de vizinhos, nas empresas de conhecidos, nos rostos dos........

© Observador


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