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Os fascistas da saúde /premium

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02.06.2019

Os “fascistas da saúde” é uma expressão usada pelo mais brilhante pensador conservador contemporâneo, Roger Scruton. No contexto português a expressão deve ser adaptada à realidade nacional. O Bloco de Esquerda e o PCP (e o PAN para lá caminha) são os fascistas da saúde em Portugal. Têm dois objectivos: terminar com a iniciativa privada na saúde, e acabar com a liberdade de escolha dos cidadãos portugueses. A maior mentira da democracia portuguesa é a ideia de que as extremas esquerdas são a favor da liberdade. Nunca foram, não são, nem nunca serão. Têm um projecto totalitário de controlo da sociedade portuguesa. São os verdadeiros fascistas portugueses.

Embora os objectivos continuem a ser os de sempre – domínio totalitário – a táctica mudou. Procuram usar a política de causas, que cresce desde o início do século XXI, para atingir os seus objectivos (o PAN que se cuide porque a expansão bloquista para colonizar o partido de André Silva vai intensificar-se). Dito de outro modo, o domínio totalitário não se atinge através de uma revolução, como aconteceu no século XX, mas cresce e consolida-se através das políticas de causas. A saúde é um dos principais alvos.

A estratégia totalitária começou com o ataque às parcerias público privadas na saúde. A de Braga já acabou. Ontem o governo anunciou que não vai renovar a de Vila Franca de Xira. Os próximos alvos serão Loures e Cascais. Há quem aponte, com inteira razão, que em geral as parcerias público privadas funcionam melhor que os hospitais........

© Observador