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Mulheres no poder /premium

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04.08.2019

Ontem, li três notícias que mostram as mudanças das posições das mulheres. A primeira vem de uma sociedade medieval, e com algumas regras detestáveis, a Arábia Saudita. No reino saudita, desde ontem, as mulheres já podem viajar sem autorização de um homem, já podem registar os seus filhos e até já podem pedir o divórcio. A figura do guardião masculino, responsável pelas mulheres, incluindo Mães, irmãs, tias e primas, está a chegar ao fim. Uma notícia óptima para as mulheres sauditas.

A segunda notícia diz que pela primeira vez uma mulher irá arbitrar uma final da supertaça europeia de futebol, entre o Liverpool e o Chelsea. Num país, como o nosso, com tantas polémicas com arbitragens no futebol, seria óptimo se houvesse cada vez mais mulheres a arbitrar os jogos mais importantes e decisivos. Estou convencido de que o nível da arbitragem aumentaria, assim como a disciplina dos jogadores, e de que os casos duvidosos diminuiriam. Parece ser mais difícil corromper as mulheres do que os homens. Pelo menos, não seria fácil oferecer “fruta” às árbitras, e poderia ser o caminho para o fim dos “padres” benfiquistas no futebol. Precisamos de mais mulheres nos relvados portugueses a arbitrar os jogos do Campeonato e das taças.

A terceira notícia diz respeito à escolha, pela União Europeia, de apresentar Kristalina Georgieva como a candidata dos europeus à chefia do FMI. Desconfio que Centeno percebeu que........

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