O Presidente que a República merece |
Portugal encontra-se num daqueles cruzamentos históricos onde a indiferença ou o erro de cálculo podem custar décadas de retrocesso social e institucional. Num cenário de fragmentação política e de crescimento de discursos que testam os limites da nossa convivência democrática, a eleição para a Presidência da República não pode ser encarada como uma mera rotina administrativa ou um concurso de popularidade. Exige-se, antes, um regresso à matriz da seriedade, da ética e do sentido de Estado. É por isso que a candidatura de António José Seguro surge não apenas como uma opção, mas como uma necessidade nacional.
António José Seguro não precisa de apresentações, mas precisa de ser recordado pela sua maior virtude: a coerência. Num tempo em que a política parece ter-se transformado num espetáculo de táticas de curto prazo, Seguro representa a solidez das convicções. O seu percurso, pautado pelo rigor e por uma profunda integridade pessoal, confere-lhe uma autoridade moral que é escassa na praça pública.
O seu perfil é o de um reformista institucional. Defende, aliás, que o Presidente da República não deve ser um comentador televisivo, nem um........