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No final dos anos 80, passou a ser possível falar descomplexadamente da direita liberal conservadora em Portugal, discutir os seus gostos culturais e conhecer as obras e autores que a inspirariam. Foi o tempo d’O Independente. E, na academia, do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa. No começo deste século, a mesma direita, em muitos casos uma mistura de autores e leitores d’O Independente, começou a escrever em blogs e, depois, na revista Atlântico. Entretanto, alguns desses nomes passaram para os jornais e as televisões, onde espalham a sua opinião. Nos últimos tempos, essa tribo dividiu-se por uma questão que tanto pode ser tática como de fundo. A guerra da Ucrânia é a oportunidade para a direita liberal conservadora reencontrar uma história e um significado comum. Em Portugal, e na Europa. É essa a principal lição que, se se quiser, se pode retirar do livro A Bolha, uma direita antipopulista, de Ricardo Marchi, recentemente publicado.

O livro de Marchi é, inevitavelmente, incompleto e discutível – o que são duas virtudes num livro – mas é um esforço interessante e relevante para perceber como surgiu, se formou, e quem inspirou quem em parte da direita liberal conservadora portuguesa nos últimos trinta anos.

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A direita liberal conservadora em tempo de guerra

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22.07.2022

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No final dos anos 80, passou a ser possível falar descomplexadamente da direita liberal conservadora em Portugal, discutir os seus gostos culturais e conhecer as obras e autores que a inspirariam. Foi o tempo d’O Independente. E, na academia, do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa. No começo deste........

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