Tempo de vésperas
Lojas maçónicas, guerras dentro da PJ e pasta, a do director da PJ, por onde passaram informações sensíveis sobre tudo e todos são as explicações mais recentes para o paradoxo Luís Neves, o director da PJ que Montenegro levou para o Governo e que a esquerda defende como um dos seus. E não se pode dizer que o caso do atrelado tenha acabado com este sentimento protector da esquerda em relação a Luís Neves. Veja-se a indiferença com que as recentes declarações do ministro da Administração Interna avisando que todos os que sejam “um estorvo ou contracorrente de uma decisão benéfica para o país serão afastados”, isto a propósito das possíveis resistências à substituição por civis dos agentes em funções........
