Senhores da guerra e Rei Salomão-Trump
«Os judeus existem como modelo de minoria bem-sucedida há milénios. Porquê? Talvez, por uma cultura de literacia, escolaridade e esforço ambicioso e disciplinado, aliados à admiração honesta por tal empenho; talvez, por algo que se aproxime da seleção sexual e cultural intragrupal da elevada inteligência. Tais ideias são perenemente impopulares. Qual a explicação alternativa? Acusações de que o sucesso comparativo dos judeus se deve à perfídia ou à conspiração, sob a forma de favoritismo dos próprios e manipulação injusta? Esta tem sido a acusação secular não menos importante, como se evidencia na abertura do livro do Êxodo [Antigo Testamento].»
Jordan B. Peterson (2024), We Who Wrestle With God: Perceptions of the Divine, London, Penguin Books, p. 318 [tradução livre]
Traços da personalidade de um sujeito coletivo com mais de três milénios. De novo de regresso à terra prometida com a fundação do Estado de Israel, desde 1948, os judeus não se libertaram de ter de sobreviver coagidos num contexto histórico-geográfico-civilizacional de absoluto contraste com a sua maneira de ser e estar. Conheceram desde os tempos bíblicos de Moisés, no Egipto, a natureza do que mais de dois milénios depois se converteu no mundo islâmico-árabe. Este só prospera pelo trabalho escravo, subjugação hierárquica rígida, rapina ou conquista territorial.
Em 2025, tais diferenças milenares entre judeus e islâmicos sobressaem no conflito Israel-Palestina. Com virtudes e vícios de uns e outros, nas décadas recentes o destino fez recair a garantia da paz nos irmãos monoteístas do meio, os cristãos, Santa Sé incluída e povos e governos ocidentais de matriz cristã. A toque-de-caixa da esquerda, estes foram teimando em não sair de cima........





















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