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Um mês depois: a reconstrução económica da Venezuela

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25.07.2026

No passado dia 24 de julho, encontrava-me em Dallas, Texas, após a conclusão de uma reunião com a minha equipa de trabalho e com resultados altamente positivos. Naqueles dias, a metrópole texana fervilhava com a simbiose entre a dinâmica corporativa e a efervescência desportiva do Mundial de Futebol. Na sequência do desfecho da nossa agenda, propusemo-nos desfrutar do início do jogo do Brasil, recolhendo ao complexo hoteleiro com a equipa. Contudo, a placidez do momento desvaneceu-se abruptamente quando os nossos dispositivos móveis começaram a tocar. A estupefacção plasmou-se nos nossos rostos à medida que convergiam chamadas, mensagens e registos visuais de eventos sísmicos de grande magnitude que acabavam de fustigar múltiplos pontos da Venezuela. Os instantes imediatos exigiram uma reacção de contingência: a evacuação para zonas recatadas do hotel — onde coexistiam adeptos de diversas nacionalidades, da Argentina ao Japão e à Suécia — e a tentativa imediata de estabelecimento de contacto com os nossos círculos familiares de amizade e profissionais, por forma a aferir a integridade física dos nossos queridos.

Por desígnio da fortuna, o nosso círculo mais próximo logrou sobreviver incólume à catástrofe, registando-se exclusivamente danos materiais de diversa ordem. Exactamente um........

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