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A morte do senso comum

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O assassinato de Henry Nowak, um estudante de 18 anos, esfaqueado até à morte em Southampton é, antes de tudo, uma tragédia humana.  Mas é também um espelho perturbador da sociedade em que vivemos.

Henry atacado na rua, esfaqueado repetidamente, deixado no chão a pedir ajuda. A violência do crime já bastaria para nos chocar. O homem que o assassinou apresenta-se como vítima, alegando que Henry o tinha atacado e insultado racialmente. E, perante essa acusação, o jovem ferido, o jovem que dizia ter sido esfaqueado, acabou algemado pela polícia enquanto morria. Este é o ponto que devia gelar qualquer pessoa ainda capaz de distinguir o óbvio do ideológico. Um homem estava no chão, ferido, a pedir socorro. Outro homem tinha uma arma. Henry dizia ter sido esfaqueado. O agressor alegava ser vítima de racismo. E, perante este cenário, a acusação de racismo parece ter tido mais força do que o ferimento, o pedido de ajuda e o mais elementar senso comum.

Em 2020, após a morte de George Floyd nos Estados Unidos, a Europa reagiu com uma velocidade impressionante. O Parlamento Europeu aprovou resoluções.........

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