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A estirpe portuguesa é a mais perigosa /premium

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03.07.2021

Parece que na passada quinta-feira entrou em vigor a Lei da Censura, perdão, a Carta Portuguesa de Direitos Humanos na Era Digital, que diz combater a “desinformação”. Não se nota. Ao que me contam, as televisões continuam a receber governantes e “especialistas” empenhados em espalhar mentiras acerca da Covid. Para cúmulo, as mentiras, que antes tentavam fingir-se alinhadas com a ortodoxia internacional na matéria, são cada vez mais descaradas e exóticas. Julgo que em nenhum outro lugar do mundo há “autoridades” a garantir que a vacina não protege da infecção nem reduz a possibilidade de contágio.

Aqui há. Aqui há de tudo. Aqui até há tempo de antena, sem contraditório, para médicos que descrevem o “caos” nos hospitais onde trabalham, embora alguns estejam às moscas no que toca a internamentos motivados pelo vírus chinês. Aqui há entidades oficiais que empreendem uma gigantesca campanha de vacinação sem assumir, ao contrário do que acontece com as suas congéneres no resto do planeta, uma única consequência positiva para as pessoas que aceitam a injecção, ou são empurradas para ela. Aqui há um primeiro-ministro que, para inspirar subjugação, simula estar em “isolamento profilático” após alegadamente se ter vacinado, observado as “regras” e testado negativo. Aqui há charlatães que puxam dos pergaminhos em medicina, matemática ou pólo aquático a explicar que a atitude do dr. Costa faz sentido. Os charlatães afirmam que temos de nos vacinar, testar, distanciar e usar um farrapo nas trombas porque se não nos vacinarmos, testarmos, distanciarmos e usarmos um farrapo nas trombas podemos adoecer e contaminar o próximo, e que se nos vacinarmos, testarmos, distanciarmos e usarmos um farrapo nas trombas podemos na mesma adoecer e........

© Observador


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