Um mausoléu para um cadáver político, gatos, capacetes e música para políticos menos afortunados

Camoniano Manuel Serra d’Aire
Estamos em mais uma quadra natalícia, época amada por uns, detestada por outros, que deixa o comércio a esfregar as mãos com a febre consumista que se propaga nesta época do ano. A pretexto do aniversário de um bebé chamado Jesus instalam-se um regabofe e uma euforia desmedida. E os preços trepam como quem escala os Himalaias. Não se estranha por isso que o presépio, que representa o nascimento de Jesus numa manjedoura, também tenha burros e camelos. São animais com que me identifico quando tenho de pagar exorbitâncias pelo bacalhau, pelo bolo-rei ou pelo polvo, por exemplo.
E por falar em prendas, aqui vão algumas que pedi ao Pai Natal para distribuir por algumas figuras da campina e bairro ribatejanos. E a primeira, mais do que merecida, é um........

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