Garrido e Queimado; tão amigos que eles sempre foram
Há notícias que merecem o preço do jornal e há outras que nem merecem o papel onde são impressas. A notícia da edição da “Carta Arqueológica” do concelho da Chamusca foi noticiada na altura não por constituir um serviço prestado à cultura arqueológica do concelho, mas mais por se tratar, descaradamente, de uma negociata entre os dois autarcas mais representativos da autarquia chamusquense. Joaquim Garrido e Paulo Queimado combinaram um negócio com algumas artimanhas pelo meio, mas a verdade é que foi tudo gato escondido com o rabo de fora. Daí que esta acusação de que hoje damos notícia faça todo o sentido, embora não seja da competência do jornalista fazer juízos de valor. Mas se ao leitor não chega o que aqui vai escrito para se convencer que isto foi mesmo uma negociata, que procure o livro e veja como foi paginado. E já agora tente saber o que é que Paulo Queimado fez pela saúde e bem estar de um pobre cidadão da Chamusca chamado Mário Santos, a quem o livro é dedicado, que segundo julgamos saber morreu depois de um atropelamento na estrada nacional entre a Chamusca e a Golegã, caminho que fazia a pé por não ter outra hipótese de conseguir ir e vir do trabalho. Só quem vive na Chamusca poderá julgar este gesto de homenagear Mário Santos, que o jornalista conhecia bem por ser visita lá de casa e por algumas vezes ter batido à porta a pedir ajuda.Esta história merece ir........
