Às escuras com a Sydney Sweeney e a prevenir o consumo de ácido nitroso, à custa de doses cavalares de contadores de piadas

Escotópico Serafim das NevesHá cada vez mais contadores de piadas na programação dos teatros municipais que ainda têm programação regular, aqui para os nossos lados. E é compreensível que assim seja. Há uns anos contávamos e ouvíamos anedotas no café, à volta de umas cervejas, ou na barbearia, que, apesar do nome, era o sítio onde íamos cortar o cabelo. Agora temos que pagar bilhete para as ouvir.Mas é uma boa escolha dos vereadores da cultura, que fazem de programadores daquelas salas de espectáculos. Porque os artistas de Lisboa não fazem piadas sobre eles, nem sobre as políticas deles, por mais anedóticas que sejam, e porque, para........

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