Um jogador jovem, um contrato milionário e um "ainda não" |
Há decisões que, no futebol moderno, soam quase subversivas. Não são ilegais, não dão direito a comunicado da FIFA, nem motivam reuniões de emergência na UEFA. São apenas raras. Gustavo Sá, médio muito talentoso de 21 anos, capitão do Famalicão, recusou ir para a Arábia Saudita por 18 milhões de euros e, com esse gesto simples, lembrou-nos de algo que parecia esquecido: o futebol ainda pode ser sobre futebol.
Gustavo Sá não é um romântico pobre, nem um milionário entediado. Está naquele ponto intermédio da vida em que já não joga por uma sandes e uma gasosa, mas que ainda pode escolher. E terá escolhido mal, se o critério fosse exclusivamente financeiro. Mas escolheu muito bem, se o........