Um clássico de resistência e detalhe

O Sporting acionou ontem o modo sobrevivência para se assumir como favorito a ganhar a Taça de Portugal. Sabendo que o FC Porto estava obrigado a ganhar, e que isso podia nem chegar, os leões não se importaram de jogar para não perder. Compreensível, por um lado, mas também digno de admiração, porque alcançaram esse objetivo ao mesmo tempo que iam perdendo peças importantes pelo caminho, como Gonçalo Inácio, Hjulmand e Maxi Araújo. Aguentaram e, quando parecia que iam quebrar, surgiu Rui Silva com um voo a fazer lembrar o de Casillas a cabeceamento de Coates. Será, como essa defesa, relembrada.


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