Em defensa da Temu

Na semana passada, foi notícia a multa que a Comissão Europeia aplicou à plataforma de vendas chinesa Temu por ter encontrado no seu catálogo produtos “ilegais”, como roupa infantil inflamável ou carregadores de telemóvel de baixa qualidade, entre outros produtos. Supostamente, estes produtos não podem ser vendidos na União Europea, uma vez que não cumprem as normas e regulamentos aqui estabelecidos. Mais do que ilegais, já que no seu país de origem não o são, é que não se adequam aos requisitos aqui estabelecidos, sejam estes corretos ou não. A verdade é que me parece uma multa injusta, dado que a plataforma está sediada na China e deve seguir as normas daquele país e não as nossas; e, em qualquer caso, a responsabilidade deve recair sobre quem acede livremente a essas páginas e decide adquirir esses produtos, o que na Europa se estima que sejam cerca de 130 milhões de pessoas. Estas pessoas não parecem importar-se muito se cumprem........

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