O primeiro orçamento deste novo ciclo autárquico é a prova dos nove - antónio gomes |
Veremos o que aí vem, uma coisa é certa, orçamento que não olhe para o TUT e para o futuro da mobilidade urbana sustentável no território concelhio, assegurando um serviço de qualidade que passa, necessariamente, pelo aumento de autocarros a circular e alargando o seu âmbito territorial, não é um orçamento para o povo.
Orçamento que não olhe de frente para o direito à habitação respondendo às necessidades prementes neste setor com aumento de oferta de casas públicas e ao mesmo tempo combatendo o abandono de imobiliário que depressa atinge o estado de ruínas, não é orçamento para o povo.
Orçamento que não olhe para o espaço público para o acarinhar, para lhe dar a dignidade que merece, desde a limpeza ao ordenamento do território passando pelo trânsito ou pelo espaço ajardinado, não é um orçamento do povo.
Orçamento que não perspetive respostas para os anos próximos em áreas como o apoio às famílias jovens, com creches públicas ou o investimento, tão necessário e urgente, no mercado municipal antes que este fique........