Bar aberto no aeroporto |
A falta de memória é terrível e proporciona momentos, diria, hilariantes, pelo menos para quem está de fora. O caso das longas filas de passageiros extracomunitários no aeroporto de Lisboa é um bom exemplo da falta de memória. E aqui entra a parte divertida do problema, se excluirmos os ‘desgraçados’ que têm de esperar mais de cinco horas para passar a fronteira, além da péssima imagem para o país, e o respetivo rombo no turismo.
Andando pelos diferentes órgãos de comunicação social e redes sociais, ora lê-se que a PSP é constituída por uns nabos e que os doutores do SEF é que percebiam da poda; que foi este Governo o responsável pelo caos provocado pelo fim do SEF; não faltando dezenas de teorias para o que se está a passar. Eu gostava de saber, mesmo com a melhor equipa do mundo, quantos passageiros podem ser ‘fiscalizados’ por hora nas atuais condições, nas boxes e nas e-gates que, segundo informa essa entidade absoluta chamada Inteligência Artificial, «são portas eletrónicas automatizadas de controlo de fronteiras que usam tecnologia biométrica (como reconhecimento facial e de impressão digital) para agilizar a passagem de viajantes em aeroportos e fronteiras».
Mas vamos então à memória. 13 de junho de........