De novo o foguete e (ainda) a pena
Após a reabertura do estreito de Ormuz não chegou o alívio esperado pelas empresas e famílias. A descida do preço dos combustíveis não chegou às bombas tão depressa como os aumentos que sentiram no bolso após o início da guerra. Com o fim do cessar-fogo entre os EUA e o Irão, permanece a pressão e incerteza. Mas com uma certeza: a nova escalada militar no Golfo Pérsico levará a que os preços cresçam novamente como um foguete e desçam como uma pena, como tem acontecido depois de alcançado o acordo de paz.
Por não estarem a descer ao mesmo ritmo a que subiram, a ministra do Ambiente pediu a análise aprofundada dos preços dos combustíveis ao regulador da energia, a ERSE, e à ENSE.
Maria da Graça Carvalho quer perceber exatamente porque é que quando o preço do crude diminuiu nos mercados internacionais, demora mais a chegar ao bolso de cada........
