A chegada de Roger Schmidt ao Benfica trouxe consigo uma dinâmica de ataque que tem criado expectativas muito altas no palácio das águias. Muita iniciativa ofensiva, mas pouca prudência defensiva, para já tem funcionado.

O exemplo claro disso foram as vitórias contra o Paços de Ferreira e Vizela, jogos que esconderam desaires com fumos brancos, ilusionismo e encantamento de cobras. O juízo do "olho" transformou aquilo que não é no que passou a ser.
No F. C. Porto, o ruído é outro, a derrota pesada em Vila do Conde gerou dúvidas quanto à capacidade do mesmo ter forças e peças para lutar pelo título, um resultado negativo faz despontar imprecisões, são as leis do futebol.

Rola a sexta jornada e o foco começa a incidir com pujança ardilosa sobre F. C. Porto e Benfica, azul e vermelho destacam-se nas capas, são os alvos de referência absolutos. Se as águias perdem é o anúncio do descalabro, se o F. C. Porto não vence é a confirmação da falta de forças.

Por isso, não podemos esquecer o Sporting. Começou mal e com uma breve tribulação, a saída repentina de Matheus Nunes na semana do clássico deixou um travo de instigação alheia, mas sem mais incómodo e com tudo resolvido, o silêncio do leão começa a fazer ruído.

*Treinador

QOSHE - Silêncio verde pode surpreender águias e dragões - Vasco Oliveira
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Silêncio verde pode surpreender águias e dragões

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10.09.2022

A chegada de Roger Schmidt ao Benfica trouxe consigo uma dinâmica de ataque que tem criado expectativas muito altas no palácio das águias. Muita iniciativa ofensiva, mas pouca prudência defensiva, para já tem funcionado.

O exemplo claro disso foram as vitórias contra o Paços de Ferreira e Vizela, jogos que........

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