Uma pré-história disto que estamos a ver |
Desde que a boca suja de um manhoso furou o caminho de segunda volta até ao Palácio de Belém, e por todas as TV espalha mentiras e barbaridades como porcaria numa ventoinha, voltou-me a lembrança de um caso exemplar que vi há muitos anos no tribunal. Tentei, na viragem do milénio, descrever este espécime lusitano usando a perspectiva naturalista, fazer um estudo de vida selvagem, o National Geographic de "um castiço português". Vale a pena realçar semelhanças e diferenças. Escrevi então:
"O espécime que hoje aqui se apresenta é tão-só a pequena ponta visível, "visível" no sentido mais directo, pois exemplares como este encontram-se um pouco por todo o lado, e não há sequer uma boa alma que lhes escape um dia inteiro." [Bom, como se sabe agora, chegados a 2026, saíram das tocas e agem em manada, matilha, cardume e vara política.]
Continuava: "José, bípede de sangue quente, posição erecta típica de alguns mamíferos........