Há instituições que nascem para deixar raiz
Há aniversários que servem para olhar para trás. E há outros que existem para confirmar caminho.
O quinto aniversário da AEMinho pertence à segunda categoria.
Cinco anos podem parecer pouco no calendário das instituições. Ainda assim, há projetos capazes de condensar, numa meia década, a densidade de um percurso muito mais longo. Não apenas porque crescem depressa, mas porque crescem com sentido, com identidade e com uma ideia clara do lugar que pretendem ocupar. Sobretudo, daquilo que recusam ser.
A AEMinho nasceu num tempo particularmente exigente para as empresas, para a economia e para a própria confiança coletiva. Nasceu quando muitos acreditavam que o associativismo empresarial estava condenado à irrelevância protocolar, preso entre comunicados mornos e presenças simbólicas. Mas nasceu, também, da convicção silenciosa de que o Minho continuava a possuir uma energia económica, raramente acompanhada pela influência que merecia no desenho das........
