Reabrir feridas

É oficial. Voltamos a temas que são desenterrados. Questões que julgávamos extintas e que voltam à superfície quando a vigilância adormece. Uma das petições que agora repousam, expectantes, nos corredores da Assembleia da República é uma dessas exumações. Não traz novidade, apenas eco. E o eco, como se sabe, é sempre o reflexo mais pobre da voz original, incorporando um fio de prumo da História que se pensava arrumado. É inquietante. Reabre-se a porta, com linguagem nova e intenções antigas, a práticas que a ciência já encerrou e a ética já condenou.

É sempre pelo essencial que começa a erosão. Não é por acaso que a Organização........

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