Rumo a uma clínica privada
O acesso aos cuidados de saúde não pode ser "suspenso", ou "descontinuado", como se fosse permeável a situações extemporâneas ou adversas. É por isso preocupante que no hospital Garcia de Orta, que atende mulheres dos concelhos do Seixal e de Almada, se tenha deixado de dar acompanhamento a mulheres que pretendem interromper a gravidez, encaminhando-as para uma clínica privada da cidade de Lisboa. A solução, já sabemos, está prevista na lei, mas uma coisa é ir ao hospital da área........
