Futuro incerto

Quem faz a guerra não quer paz e só lhe interessa as vantagens que daí tira, casos de Trump e Netanyahu, que incendiaram o Mundo a partir dos seus interesses e "estão-se nas tintas" para seu próprio povo.

Contudo, o mundo está em guerra e nós, europeus, sofremos a incapacidade de termos voz própria e não a usar, entendermo-nos sobre o assunto.

Portugal, potência atlântica mas à deriva de compromissos próprios e comuns, não vai ter futuro feliz e o povo vai sofrendo diante do que aí vem. Os atingidos são sempre os mesmos, classe média baixa e trabalhadora, pequenas e médias empresas e, beneficiados, grandes grupos e empresas incluindo a banca e na parte social as consequências serão maiores. Culpas disto atribuem-se aos políticos, Poder e Oposição, mas foram escolhidos pelo povo, como tal, temos o que escolhemos embora mereçamos melhor.

Custa ouvir alguns responsáveis falarem sobre o assunto, como ouvir comentários televisivos, dizendo quase todos o mesmo e pedindo ao novo PR um papel moderador e ativo, como se "fizesse milagres" em terra de pouca crença.

Não se trata de fé, mas de coragem para tomar medidas reformistas corajosas e necessárias, de compromisso interpartidário e geracional. Ficar na história futura como a juventude que temos merece e precisa, ler e aproveitar do passado, aquilo que de bom foi feito e fazê-lo como trampolim para o futuro. Não há dois caminhos, em frente com coragem ou a habitual ignorância da História!


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