Dor de cabeça para os bancos centrais

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Quis o calendário que coincidissem nesta semana as reuniões de 21 bancos centrais que representam dois terços do PIB global e oito das dez moedas mais transacionadas do mundo. Acresce que neste lote estão todas as autoridades monetárias do G7 e os quatro bancos centrais que são considerados os mais poderosos e influentes do mundo: Reserva Federal (Fed), Banco Central Europeu (BCE), Banco do Japão e Banco de Inglaterra. É a primeira vez desde 2021 que tal acontece.


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