A arte de jogar para a frente
Joga para a frente”, gritam adeptos enfurecidos quando a equipa se deixa enredar pelo adversário perto da sua própria baliza.
“Joga para a frente”, atira o treinador. E eles, às vezes, jogam. Pontapeiam para meio-campo, para a bancada ou para as bananeiras. O importante é tirar a bola da zona de perigo.
É nessa fase de jogo que estamos nesta espécie de clássico entre Funchal e Lisboa sobre o Subsídio Social de Mobilidade. Cá e lá, todos sabem o que se passa, todos conhecem o caminho a seguir e nem é preciso recorrer ao VAR.
Mas andam os jogadores a fazer rodriguinhos e os adeptos desta nova modalidade começam a desesperar. Não é para menos.
O modelo que vigora........
