Da poesia do ano novo

Entro no ano novo a pensar em poesia. Ou em esperança. Ou na esperança que a poesia, na definição de Adélia Prado me traz:

Poesia é o rasto

de Deus na

brutalidade das coisas

Penso no tempo que se escorre entre os dedos. Amanhã, já é dezembro, outra vez. Penso nas promessas feitas no momento em que o céu rebenta de fogo e as taças se abraçam, como se disso dependesse o futuro. Penso nos abraços e no brilho da noite que se ilumina como se a festa........

© JM Madeira