Depois dos foguetes, faça-se algo com as canas |
Na sua mensagem de Natal, o Primeiro-Ministro deste país do fado disse-nos que “agora é que é”, que vamos ter três anos e meio sem eleições (assim queiram as oposições e o Presidente). A primeira coisa que me salta à ideia, aqui e em vez da contida euforia pretendida pelo discursante, é que esta é uma admissão de que o governo andou, até agora, a governar para o voto. Compreendo, mas não aprecio. Como alguém que não tem simpatia por governos em geral, não aprecio. Ainda se, pela inação governativa, a burocracia não custasse impostos e não constrangesse a actividade da malta em geral..., mas não. É preciso um governo que governe no sentido de tirar tanto impostos como constrangimentos à acção humana do cidadão (seja privado, colectivo, ou mesmo o próprio Estado).
Também lembra, o excelso Primeiro, que Portugal foi recentemente considerado a melhor economia do........