A GRANDE MISTIFICAÇÃO
Escrevi este texto sob preocupação.
Não me confundir com a incultura pequeno-burguesa dos que, sempre dependurados no Sistema Político vigente, rapidamente e tal como nos idos de Abril 74, agora passada a “primeira volta” das “presidenciais”, tiveram a preocupação (OU A NECESSIDADE) de exibir publicamente uma “profissão de fé democrática”.
Graças a Deus que o positivo e o negativo de toda a minha vida pública, dispensam-me de tais cenas.
Não mudei. Continuo adversário do Sistema Político estabelecido e retrocessamente desenvolvido pela Constituição de 1976, porque quero o Regime Democrático acautelado, consolidado e em progresso.
Porque quero reconhecido o Direito Natural do Povo Madeirense a uma Autonomia Política. Justa, capaz e evolutiva no quadro da Unidade Nacional.
Unidade Nacional que é diferente de “Estado Unitário” que não aceito.
O Autor que criou Frankenstein (séc. XIX) escreveu:
“O homem que faz da cidade natal o seu mundo, é mil vezes mais feliz do que aquele que aspira tornar-se demasiado grande”.
E insisto mais uma vez na diferença entre Regime e Sistema. O Regime é a forma que assume o Poder político no tocante aos fins do Estado, às concepções da vida colectiva e às relações entre as Pessoas e o Estado. O Sistema diz respeito à........
