A Selic desce, mas quem olha para o elevador? |
Na Faria Lima, a Selic muda de andar e todo mundo escuta o barulho do elevador. Nas casas, nos ônibus, nos grupos de família e na fila do mercado, o som talvez chegue diferente. Não como “Copom”, “comunicado” ou “taxa terminal”, mas como uma pergunta mais simples: o financiamento melhora? O cartão alivia? O dólar sobe? O imposto de renda vence quando?
Na quarta-feira, 29 de abril de 2026, às 18h34, o Banco Central comunicou que o Copom reduziu a Selic para 14,50% ao ano. O texto oficial veio no idioma esperado da autoridade monetária: cautela, incerteza externa, inflação acima da meta e riscos ainda elevados.
É o tipo de comunicado que move relatório, call, mesa, tela, manchete e opinião. A provocação é outra: move também a curiosidade do brasileiro médio nas suas buscas sobre economia?
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Não estou propondo um olhar metodológico, muito menos científico, mas curioso em termos de demanda e comparação.
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A resposta, olhando os sinais digitais da semana,........