O novo paradigma da economia da atenção: abundância de conteúdo e escassez de confiança! |
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Começamos 2026 com uma perspectiva diferente. A verdade é que a inteligência artificial já faz parte do nosso dia a dia há muito mais tempo do que percebemos, operando silenciosamente em nossos GPS ou nas recomendações de streaming. Mas foi o boom da IA generativa que tirou a tecnologia dos laboratórios e a colocou na mão da maioria das pessoas. Se antes de 2024 o tema parecia restrito a entusiastas, em 2025 vimos suas aplicações invadirem o mainstream.
Agora, o cenário mudou novamente: ela não é mais apenas uma ferramenta que você escolhe usar, mas a base invisível onde tudo acontece. Assim como a eletricidade ou a internet, a IA deve ser enxergada como infraestrutura.
Diferente das revoluções anteriores, que democratizaram a distribuição e deram voz para milhões de pessoas, a IA trouxe a democratização da criação. Hoje, qualquer pessoa com uma ideia consegue materializá-la. As barreiras técnicas de design, edição ou idioma praticamente desapareceram. Vivemos em um cenário de oferta infinita, onde o conteúdo médio virou commodity.
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Nesse novo ecossistema, o ativo mais valioso já não é apenas a atenção, mas a intenção. Tropeçamos em uma quantidade absurda de conteúdos todos os dias, mas quantos desses foram criados para gerar lembrança? Para nutrir confiança, que precisa ser conquistada um dia de cada vez?
Para entender como chegamos a essa superabundância, vale a pena usar uma imagem........