Locadoras: o lucro nasce na compra, amadurece na locação e só vira verdade na desmobilização

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Investir em locadoras parece simples no pitch e complexo no caixa. Porque, no fim do dia, o resultado não depende apenas de taxa de ocupação, diária média ou custo de captação. Ele depende de uma tríade que muita gente subestima: quanto você comprou abaixo do mercado, quanto você preservou (e monetizou) durante o período de uso e quanto você conseguiu realizar na venda do usado.

É por isso que, para o investidor, o maior risco não está no “meio do caminho”. Está no final. A desmobilização é o momento em que a tese se materializa. E ela só funciona bem quando o valor residual é previsível.

Se eu sou um fundo, um family office ou a pessoa física que decidiu entrar nessa classe de ativo, o que eu realmente quero saber é: quando esse carro sair da frota, qual é a chance de ele vender rápido e com margem? E a resposta não vem de opinião. Vem de indicador.

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O mercado de usados é vivo. Ele muda com juros, oferta de 0km, incentivos, câmbio, custo de seguro, reposição de peças, apetite do varejo e até modas........

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