O boom dos COEs de renda fixa: juros, câmbio e a busca por assimetria dentro da renda fixa
Diferentemente dos COEs tradicionais, que expõem o investidor a ações, commodities ou temas globais, essa nova geração de produtos tem como ativo-base a própria renda fixa, combinando curvas de juros, spreads de crédito, intervalos de CDI, IPCA e cada vez mais derivativos de câmbio.
Esse movimento não significa que a renda fixa tradicional perdeu atratividade. Pelo contrário: mesmo com a Selic em queda, o Brasil segue oferecendo juros reais elevados.
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O investidor não está abandonando a renda fixa, está apenas buscando nuances dentro dela, tentando capturar assimetrias que não estão disponíveis nos títulos tradicionais.
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É nesse contexto que os COEs de renda fixa, agora com estruturas envolvendo derivativos de câmbio, ganham relevância.
Por que os COEs de renda fixa estão crescendo agora
1. A renda fixa continua forte — mas o investidor pode explorar micro-oportunidadesCom juros ainda altos, o investidor não precisa correr risco excessivo. Mas pode buscar estruturas condicionais que ofereçam retornos superiores ao CDI em cenários específicos.
2. A combinação juros câmbio cria novas assimetriasO........
