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Em um mundo de excesso, confiança nas marcas virou diferencial competitivo

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13.07.2026

Nunca tivemos acesso a tanta informação, tantas marcas disputando nossa atenção e tantas opções disponíveis com um clique. E, paradoxalmente, nunca foi tão difícil acreditar em alguém.

Essa contradição marca o tempo em que vivemos. A abundância de estímulos não tornou o consumidor mais confiante, tornou-o mais cético e criterioso.

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Mais disposto a pesquisar antes de comprar, mais atento ao que uma empresa de fato faz em comparação ao que ela diz, e menos tolerante com incoerências entre discurso e prática.

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Nesse cenário, confiança deixou de ser um atributo simpático para se tornar um dos ativos mais estratégicos que uma empresa pode construir.

Confiança virou uma métrica de negócio

Os dados mostram isso com clareza. Uma pesquisa da HSR, realizada com 4,5 mil brasileiros, revelou que 98% dos entrevistados afirmam que a confiança influencia diretamente a decisão de compra.

O estudo identificou que confiança deixou de ser um ativo simbólico e passou a funcionar como uma métrica operacional.

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O caminho para construí-la é mais concreto do que muitas empresas imaginam: a excelência do produto lidera com 40% das menções, seguida de reputação e história acumulada (23%), relacionamento e cuidado com o........

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