Hidrogênio Verde no Brasil 2025: três urgências para transformar potencial em realidade concreta

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No filme “Estrelas além do tempo”, a personagem Mary Jackson (engenheira em formação da NASA) vai à corte norte-americana para convencer o juiz que precisa de uma autorização individual, para que ela curse disciplinas de engenharia em uma escola apenas para brancos na Virgínia segregacionista. O ano é 1960.

Para se tornar engenheira da NASA, Mary explica ao juiz que precisa cursar disciplinas específicas em uma determinada universidade, o que, na época da segregação racial, seria impossível. Estrategicamente, a personagem não confronta o juiz diretamente, mas, apela para a vaidade e para o senso de legado dele, dizendo que em 100 anos ele seria lembrado como primeiro juiz do estado a autorizar uma mulher negra a estudar naquela instituição, deixando seu nome na história.

Mary reforça seus argumentos mostrando que não quer favores, mas oportunidade: deixa claro que não está pedindo para quebrar a lei, mas para usar a própria lei para permitir que ela avance profissionalmente e contribua com o país, especialmente em plena corrida espacial.

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O juiz, convencido, concede a autorização parcial: ele decide permitir que Mary curse as aulas, mas com limitações — por exemplo, apenas as disciplinas necessárias e em turno noturno, mantendo formalmente a estrutura segregada, mas abrindo uma exceção decisiva. O filme é excelente.

Corta-se o tempo para o relatório Energy Policy Review – Brazil 2025, da Agência Internacional de Energia (IEA), que oferece um retrato detalhado e urgente........

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