As cinzas que sobraram do “Vai, Brasa” |
Quando a Nike lançou as novas camisas da seleção brasileira com o bordão “Vai, Brasa” na gola, provavelmente ninguém na empresa esperava que um simples slogan viraria trending topic nacional em poucas horas. Mas virou. E não da forma que a marca gostaria. Nas redes sociais, a reação foi quase unânime: segundo análise de menções em plataformas como Instagram, Threads e TikTok, 75% dos usuários reagiram negativamente ao lançamento.
A polêmica começou simples. Um apelido criado por uma agência criativa, provavelmente em brainstormings sobre “como falar com os jovens”. Mas rapidamente transformou-se em arena de disputa. Conservadores viram “wokismo” e desconstrução da identidade nacional, apontando a localização da Nike no Oregon (região com predominância de pensamento progressista americano) como prova de uma agenda oculta.
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Progressistas criticaram a falta de criatividade e desconexão com a realidade brasileira, apontando que a marca não consultou criadores locais. Torcedores comuns simplesmente acharam feio e forçado, com comentários diretos: “ficou uma porcaria”, “horrorosa”, “ficou feia pra caramba”. O que era uma decisão de marketing virou um espelho de polarizações muito maiores, onde cada grupo encontrou no “Brasa” exatamente o........