O que a direita pode e deve (mas será que vai?) aprender com a caminhada do Nikolas |
Se fiquei chateado com a leitura transversal e azeda que alguns fizeram do texto em que traçava um paralelo entre a Coluna Prestes e a caminhada promovida pelo deputado Nikolas Ferreira? Um pouco. Nah. Bastante. Mas o negócio é me acostumar, eu sei. Ou então mudar. O que já não sei se consigo. Porque, apesar de um ou outro mal-entendido, há algo de profundamente espiritual em tudo o que escrevo. Busco a verdade e não sei se estou disposto a abdicar disso. Minto. Sei que não estou.
O fato é que observei todos os dias da caminhada liderada por Nikolas Ferreira e que percorreu 240km, entre Paracatu (MG) e Brasília. Desde os primeiros passos expostos nas redes sociais, passando pela adesão cada vez maior de populares e personalidades da direita, até o fatídico raio que atingiu os manifestantes concentrados na capital federal. Um acontecimento, aliás, perturbador em vários níveis. Talvez eu volte a esse assunto num outro texto.
Mas vai ter que ficar para um texto futuro mesmo, porque neste quero falar de algumas lições que a direita pode e talvez até deva (mas não vai) aprender com a caminhada liderada por Nikolas Ferreira, doravante chamada apenas de Caminhada do Nikolas. E a primeira dela é esta: política se faz com gente. No meio de gente. No mundo real. Nada........