Como Mamdani faliu Nova York (e o que isso tem a ver com o Brasil)

Na semana passada, a cidade de Nova York, um símbolo global do poder financeiro e cultural, mergulhou em uma crise histórica. O prefeito Zohran Mamdani, eleito há poucos meses após uma campanha focada no combate à desigualdade e na promessa de taxação dos super-ricos, anunciou que a cidade enfrenta um colapso financeiro, com um déficit de US$ 12 bilhões no orçamento.

Mamdani afirmou que Nova York está "quebrada", ou seja, na prática, declarou a falência da cidade. Em sua curta gestão, ele já se tornou um exemplo emblemático de má condução econômica e de gestão pública. Mas ele não está sozinho: o episódio ecoa padrões observados em diversos governos ao redor do mundo – e tem paralelos preocupantes com o cenário brasileiro.

O queridinho das esquerdas violou um princípio elementar: não se pode gastar indefinidamente acima da receita. Em vez de promover ajustes fiscais, cortar desperdícios e reavaliar prioridades, a gestão optou por expandir despesas. Para sustentar esse crescimento, apostou em receitas futuras incertas e em ajuda externa — medidas que apenas adiaram o problema. Sem controle de gastos nem eficiência na alocação de recursos, o resultado foi o colapso das contas públicas e a contração da atividade econômica, com impacto direto sobre a população.........

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