Três atos macabros da “imprensa”
A “imprensa” que transformou Alexandre de Moraes na “muralha em defesa da democracia”, num super-herói, de repente resolveu, ela própria, se transformar, mas não se endireitar... Nos últimos sete anos, esses “jornalistas” endossaram todas as ilegalidades, todos os arbítrios e abusos praticados pelo ministro. Fingiram que a democracia podia ser salva por medidas tirânicas. Permitiram criminosamente que ministros do STF, especialmente Moraes, ignorassem, interpretassem de maneira muito própria ou mesmo inventassem leis. Estava tudo bem. Jair Bolsonaro era o “ditador”, o “fascista”, o “nazista”, o “genocida” que precisava ser parado. Contra ele valia tudo.
A perseguição a Bolsonaro, seus aliados e apoiadores foi implacável. E a “imprensa” abandonou as perguntas, o debate, abandonou os fatos, a busca da verdade. Ela e o © Gazeta do Povo
