A realidade derrota a pseudociência ambientalista |
As teses catastrofistas sobre a Amazônia constituem uma marca registrada da agenda ambientalista-indigenista internacional para o Brasil, cujo objetivo, em relação à região, é “preservá-la” como uma vasta reserva zoobotânica-antropológica vedada ao pleno desenvolvimento econômico e produtivo.
Um dos tópicos recorrentes dessa pauta alarmista é o conceito do “ponto de inflexão” do bioma Amazônia, segundo o qual o seu desmatamento estaria próximo de um ponto de não retorno, em direção a um suposto empobrecimento biológico, convertendo-se em um ambiente de Cerrado (“savanização”).
O conceito é simples e chamativo, como são as teses catastrofistas em geral, marcadas pela ausência de evidências factuais observadas no mundo real para as interferências humanas alegadamente causadoras do apocalipse ambiental.
Seus autores são o biólogo estadunidense Thomas Lovejoy, já falecido, e o climatologista Carlos Nobre, um dos mais ativos agentes de influência do catastrofismo “verde” em ação no Brasil. O tal “ponto de inflexão” é estimado em 20% do desmatamento, em relação à extensão original do bioma encontrado pelos europeus no século XVI — o índice atual é 16%.
Todavia, ele se baseia em um........