A captura de Maduro, a gritaria da esquerda e os “isentões”
Diante da operação promovida na Venezuela pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que levou à captura do ditador Nicolás Maduro e a seu posterior traslado para um prisão federal em Nova York, a gritaria da esquerda contra a ação americana revela muito sobre as ideias e os valores defendidos pelo grupo.
Enquanto milhões de venezuelanos celebravam a queda do tirano bolivariano, em meio a mensagens de júbilo de líderes da direita e defensores das liberdades em todo o mundo, inclusive no Brasil, representantes da esquerda, como Lula, o PT e sua tropa de choque, que apoiaram Maduro até o fim, saíram da toca para manifestar sua “indignação” e seu “repúdio” à ação de Trump.
Como num jogral bem ensaiado, eles afirmaram que a operação era “inaceitável”, alegando que o presidente “estadunidense”, como gostam de dizer, violou o “direito internacional”, a “soberania” da Venezuela e o princípio da “autodeterminação dos povos”. Não faltaram, porém, as reações mais estapafúrdias à iniciativa de Trump, refletindo de forma emblemática o espírito da militância esquerdista.
Em represália ao “ataque” americano, uma jornalista chegou a defender, por exemplo, um boicote à Copa do Mundo nos EUA, agora em junho.
Para essa turma, pouco importa que Maduro........
