Como o neocomunismo matou Henry Nowak

Henry Nowak, estudante britânico (e branco) de 18 anos, foi assassinado em dezembro de 2025. Ele voltava para casa à noite, por volta das 23:30, quando teve uma altercação verbal com um homem de origem indiana e, em seguida, foi esfaqueado cinco vezes.

Até aqui, seria uma tragédia de violência urbana como muitas outras que, infelizmente, somos instados a testemunhar; mas o caso tornou-se paradigmático por conta da reação da polícia durante a ocorrência.

Após receber a ligação de emergência e chegar ao local, a polícia ouviu apenas a versão do assassino, segundo a qual Henry seria o agressor e estaria promovendo ofensas racistas contra ele. Em nenhum momento a polícia quis ouvir a versão de Henry, que estava estirado ao chão, com óbvios sinais de dor e sofrimento. Henry dizia que havia sido esfaqueado e que não conseguia respirar, mas os policiais apenas o ignoravam e, por vezes, menosprezavam suas súplicas. E ainda por cima, como o assassino havia dito que Henry seria o agressor, a polícia ainda o algemou ao chão: ele faleceu assim, algemado, sob o deboche da polícia que o deveria proteger.

Agora em junho o seu assassino foi sentenciado e, em seguida, a família Nowak veio a público pedir uma investigação sobre a atuação da polícia no caso. Com isso, houve grande mobilização nas redes sociais, o que gerou pressão sobre a polícia para que liberasse a gravação da câmera corporal. Todos esses fatos que narrei acima, em especial a reação vexaminosa da polícia durante ocorrência, acabaram por se disseminar agora, com a divulgação das imagens.

Na moral........

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