Flávio & Sergio na Boate Azul |
Voltemos a abril de 2020, quando o então ministro da Justiça, Sergio Moro, deixou o governo Bolsonaro fazendo um teatro em que encenou o papel de juiz – que não era mais – para condenar o presidente Jair Bolsonaro por supostamente tentar interferir politicamente na Polícia Federal.
Corta para 2022, com a própria PF arquivando um inquérito concluindo que nada disso teria acontecido. Jair, à época da saída de Moro, o acusou de ser um “traíra”. E seu filho Flávio, em 2021, referindo-se a Moro, citou um ditado popular que diz que “a política pode até perdoar a traição, mas não perdoa o traidor”.
Salta para hoje, com Flávio, candidato à Presidência, aliando-se a Moro, dizendo: “É uma grande alegria estar aqui com o meu amigo Sergio Moro, que é o nosso pré-candidato a governador do Paraná”.
Perguntar não ofende (salvo militantes cegos, surdos, mudos e anápticos): perdoou o traidor?
Flávio & Sergio não estão pensando que o importante é vencer e o resto a gente vê depois? Pois se não é, parece
Flávio & Sergio não estão pensando que o importante é vencer e o resto a gente vê depois? Pois se não é, parece
Acontece em todas as eleições. É sempre divertido. Adoradores de ídolos políticos que passaram anos considerando adversários........