Nas mãos de Cristiano Zanin, a última esperança contra a tortura |
Caríssimo leitor, imagine-se na seguinte situação: um belo dia, um oficial de justiça bate à sua porta e diz que uma simples decisão monocrática de um juiz determinou que você deve ser executado e que sua morte deve ser realizada da forma mais atroz possível.
Acrescente a essa cena imaginária o fato de que você simplesmente não recebeu nenhuma intimação para se defender neste processo e que não lhe foi nomeado nem mesmo um advogado dativo para defender seu direito à vida.
Antes que você esboce qualquer reação, o exercício imaginativo que estamos propondo ainda impõe a proibição ao leitor de tomar qualquer medida que possa dificultar a execução da pena: não há como fugir do oficial de justiça, não tem como lutar contra ele e não existe nem mesmo a possibilidade de gritar por socorro: você vai ser lentamente queimado por agentes químicos de uma forma extremamente dolorosa até que sofra uma parada........