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Virar o jogo do desenvolvimento

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15.03.2026

O Brasil atravessa um momento decisivo. O país vive uma perigosa combinação de paralisia institucional, radicalização política e ausência de um projeto nacional consistente. O debate público foi capturado pela lógica simplificadora da polarização. De um lado, o lulopetismo; de outro, o bolsonarismo. No meio desse duelo estéril, o interesse nacional se perde. Cresce, no entanto, um sentimento silencioso na sociedade: o desejo por liderança madura, capaz de olhar além das disputas eleitorais e recolocar o país na trilha do desenvolvimento.

O Brasil precisa de estadistas. Precisa de dirigentes que pensem grande, que compreendam a complexidade do país e que saibam que governar é construir futuro, não apenas administrar crises. O estadista não vive da discórdia; trabalha para superá-la. Não alimenta ressentimentos; convoca a sociedade para uma obra coletiva.

Nos últimos anos, um dos diagnósticos mais lúcidos sobre a paralisia brasileira tem sido apresentado por Aldo Rebelo. Ex-presidente da Câmara dos Deputados, ex-ministro da Defesa e profundo conhecedor da Amazônia, Rebelo tem advertido, com crescente preocupação, sobre o bloqueio institucional que vem impedindo o Brasil de desenvolver plenamente seu potencial.

O problema não é a proteção ambiental. O problema surge quando a proteção ambiental se transforma em instrumento de bloqueio permanente do desenvolvimento

O problema não é a proteção ambiental. O problema surge quando a proteção ambiental se........

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