De um lado, um gabinete da polícia. O telefone toca e a polícia sabe: aquele som anuncia quase sempre um crime; um sobressalto grave, uma urgência: queda, atentado, homicídio, um simples roubo ou ainda um mínimo furto.
Um furto? Será isso?
Não, não é um furto.
Ou talvez.
Nunca se sabe, pelo som do telefone, o conteúdo da fala de quem está do outro lado; mesmo numa esquadra da polícia. Apesar de tudo, é preciso atender.

Este é um artigo do semanário Expresso. Clique AQUI para continuar a ler.

Já é assinante? Faça login Assine e continue a ler

Comprou o Expresso?

Insira o código presente na Revista E para continuar a ler

QOSHE - “Senhor polícia...” - Gonçalo M. Tavares
We use cookies to provide some features and experiences in QOSHE

More information  .  Close
Aa Aa Aa
- A +

“Senhor polícia...”

5 2 1
19.08.2022

De um lado, um gabinete da polícia. O telefone toca e a polícia sabe: aquele som anuncia quase sempre um crime; um sobressalto grave, uma urgência: queda, atentado, homicídio,........

© Expresso

Get it on Google Play