O futebol e o pertencimento
O Brasil perdeu. Saiu da Copa. E nós, brasileiros, ficamos com um sorriso amarelo, desbotado, sem graça. Acabou para nós desta vez. Imediatamente, nos unimos no desalento e passamos, ainda uma vez, todos juntos, a desejar que então fosse a Noruega a campeã. Preferível perder para o melhor! Também não deu.
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Resta torcer para que não sejam nossos “arqui-inimigos”, los hermanos, os que receberão, enfim , a taça da vitória. É o que corre no boca-a-boca, não parece improvável. Mas futebol é assim, cheio de surpresas. Que vença o melhor e ponto.
E assim vamos seguindo a Copa, depois da amarga derrota que para um pentacampeão é uma decepção, ainda mais que vivemos no país do futebol. Mas, que seja, não há o que fazer. Então, vamos atentar para os fenômenos grupais que levam a massa a esse comportamento tão apaixonado.
Há duas semanas, comentei sobre a raiz dos fenômenos de grupo, segundo Freud, com toda propriedade, sobre como nos unimos em torno de um líder, uma ideia, um amor ou o ódio. O........
